Política

Mauro enquadra Wellington com imagens de inaugurações: “Precisa parar de passar vergonha”

Ex-governador rebate afirmação de que o Hospital Central seria a única obra entregue pelo governo e exibe o senador em solenidades de outras entregas

PEDRO RIBEIRO/DA EDITORIA 26/09/2026
Mauro enquadra Wellington com imagens de inaugurações: “Precisa parar de passar vergonha”
Em vídeo publicado nas redes sociais neste sábado (26), o candidato ao Senado reuniu imagens do senador em solenidades oficiais e usou os registros para rebater a crítica | Assessoria

Wellington Fagundes (PL) disse que o Hospital Central foi a única obra entregue pela atual gestão de Mato Grosso. Mauro Mendes (União Brasil) respondeu com uma pergunta difícil para o adversário: se não houve outras entregas, o que Wellington fazia nas inaugurações promovidas pelo governo?

Em vídeo publicado nas redes sociais neste sábado (26), o candidato ao Senado reuniu imagens do senador em solenidades oficiais e usou os registros para rebater a crítica. “Eu não vim aqui desmentir o senador Wellington Fagundes. Eu vim aqui ajudar o Wellington. Ajudar ele a parar de passar vergonha, porque está ficando feio, até constrangedor o nível das mentiras que ele conta”, disparou Mauro.

Na saúde, Mauro citou o Hospital Regional de Alta Floresta e a Santa Casa de Cuiabá, reinaugurada e ampliada. Mencionou ainda o Hospital Universitário Júlio Müller, que, segundo ele, está próximo da conclusão. Em infraestrutura, afirmou que sua gestão entregou mais de 230 quilômetros de duplicação da BR-163 e 7 mil quilômetros de asfalto novo no estado.

O ex-governador também apontou investimentos em escolas, iluminação pública e segurança. Mas foi a presença de Wellington nas inaugurações que deu força à resposta: as imagens colocam o senador diante da própria trajetória ao lado de obras que agora ele minimiza.

Wellington pode contestar a qualidade das entregas ou discutir as prioridades do governo. Depois da divulgação do vídeo, porém, a afirmação de que apenas o Hospital Central foi entregue passou a exigir uma explicação convincente. Até lá, Mauro fica com a imagem mais poderosa desse confronto: a do crítico participando das inaugurações.