Polícia

Polícia faz escavações para tentar encontrar os restos mortais de Sara Vitória de 5, estuprada e morta asfixiada em MT

Policiais civis da cidade de Sorriso(420 km de Cuiabá) iniciaram escavações em um terreno baldio do bairro Flor do Cerrado para tentar encontrar os restos mortais de Sara Vitória Fogaça Paim, de 5

PEDRO RIBEIRO/DA EDITORIA/COM PC-MT 10/09/2020
Policiais civis da cidade de Sorriso(420 km de Cuiabá) iniciaram escavações em um terreno baldio do bairro Flor do Cerrado para tentar encontrar os restos mortais de Sara Vitória Fogaça Paim, de 5, que foi estuprada e morta asfixiada em 2010 por Antônio Ramos Escobar, de 58. As escavações está sendo coordenado pelo delegado André Ribeiro, e conta com peritos da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) do estado. Uma retroescavadeira está sendo utilizada nas escavações. O assassino de Sara Antônio Ramos Escobar, tinha 48 na época do crime. Ele foi preso na terça feira, 08, temporariamente, após denúncia anônima. Ele está no Centro de Ressocialização de Sorriso e confessou o crime. O assassino revelou que andava de bicicleta no dia do crime, viu a menina na rua e deu carona para ela. Ele a levou para um local de uma em construção, a estuprou e depois a matou asfixiada. O assassino será indiciado pelos crimes de homicídio qualificado (por asfixia), estupro de vulnerável e ocultação de cadáver, com penas que somadas chegam a 48 anos de reclusão. Na época do crime, o matador da criança trabalhava como pedreiro em uma construção, próxima ao estádio municipal de Sorriso onde diversas crianças brincavam diariamente. Na tarde do dia 1º de junho de 2010, por volta das 16h, a garota passava pela rua indo para casa, quando então o suspeito ofereceu carona de bicicleta à vítima e teria chamado a criança para seguir com ele até a construção onde trabalhava. No local, ele praticou o abuso sexual e depois matou a vítima por asfixia. Após estrangular a menina, que chorava, ele colocou o corpo em um saco de estopa e enterrou em um terreno baldio. O terreno, segundo ele, não há nenhuma construção até hoje. Conforme o delegado André Ribeiro, o suspeito disse que ‘tirou um peso das costas’ ao confessar o crime.  “Não há crime perfeito. Demorou dez anos, mas foi desvendado após um brilhante trabalho da nossa equipe de investigadores”. Depois de cometer o crime, o suspeito saiu da cidade e fugiu para Mato Grosso do Sul, estado onde morou até poucas semanas atrás, quando então retornou a Sorriso. Na época do crime, a esposa do suspeito registrou um boletim de ocorrência pelo desaparecimento do marido.