Cotidiano
Está enraizada na Carta Política de 1988 que os direitos sociais como a alimentação, saúde, educação e moradia está garantido ao povo brasileiro.
Essas previsões, que pode parecer óbvia à primeira vista, foi incluída pelo Congresso Nacional em 2010.
E de óbvia não tem nada.
Em Mato Grosso, de lá para cá, ao mesmo tempo em que exportações do agronegócio ganharam força nos últimos anos, o direito a ter uma moradia digna tem sido uma realidade para menos mato-grossenses.
Se depender da solidariedade humana, esse cenário pode ter outra conjectura. Impactado pela Pandemia do Novo Coronavírus, ajudar estranhos significou muito mais do que uma boa ação.
Pelo menos é o que insere em boa parcela dos várzea-grandenses que abraçaram a rede de solidariedade ‘corrente do Bem’, que está entregando a 17ª casa para famílias que vivem abaixo da linha da pobreza, e tudo de graça.
A entrega será feita no próximo dia 18, no bairro Cristo Rei. Todo mês, dezenas de voluntários, como pedreiro, serventes, mestre de obras, eletricistas, cozinheiros se reúnem ao redor do grupo, comandado pelo jornalista Laerte Lannes, para receber orientações que terão, sobre as obras sociais, seja nas construções de residências ou mesmo na distribuição e sacolões.
Além de ajudar, fazendo solidariedade com as pessoas mais humildes, os voluntários aprendem com a história deles, ainda mais durante a pandemia do novo coronavírus.
Cada um tem sua ocupação no trabalho social e é justamente em meio ao caos que os voluntários levam a esperança.
O projeto ‘corrente do bem’ foi uma inciativa do jornalista Laerte Lannes e do líder comunitário Arnaldo do Mapim(falecido por complicações da Covid 19) e já entregou várias casas nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande, Jangada e Nossa Senhora do Livramento.
