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EUA anunciam ajuda de US$ 15,5 milhões à Colômbia após terremoto
Recursos serão destinados a abrigos de emergência, alimentação e análise de danos
Os Estados Unidos anunciaram nesta segunda-feira (10) que vão ajudar a Colômbia com US$ 15,5 milhões em recursos para abrigos de emergência, alimentação e proteção após o terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o país.
A informação foi confirmada pelo Departamento de Estado americano na rede social X.
"Após o devastador terremoto de magnitude 7,4 ocorrido hoje em várias regiões da Colômbia, o governo Trump está destinando US$ 15,5 milhões em recursos para abrigos de emergência, alimentação, proteção e avaliações dos danos causados pelo terremoto", escreveu a pasta.
O Departamento de Estado dos EUA também reforçou o apoio ao presidente colombiano, Abelardo de la Espriella. "Unimo-nos em oração ao povo colombiano e estamos prontos para apoiar o presidente @ABDELAESPRIELLA e seu governo enquanto avaliam as necessidades no local", diz o comunicado.
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Um terremoto de magnitude 7,4 atingiu a Colômbia, com epicentro no departamento de Chocó, a leste de San José del Palmar, a aproximadamente 284 km de Bogotá. O número de mortos subiu para 111, e líderes internacionais de diversas regiões do mundo se mobilizaram para oferecer apoio ao país.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o governo americano está monitorando de perto a situação.
Ele declarou que os Estados Unidos estão prontos para apoiar o povo colombiano e o governo do país, e orientou cidadãos americanos que se encontram na Colômbia a se cadastrar em um link disponibilizado pelo Departamento de Estado, para que possam buscar assistência da embaixada caso necessário.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se manifestou nas redes sociais e disse ter recebido "com preocupação a notícia do forte terremoto que atingiu hoje a Colômbia".
Em nome do povo brasileiro, ele expressou solidariedade "especialmente às famílias das vítimas e a todos afetados pelos tremores", acrescentando que "o Brasil permanece à disposição da Colômbia para prestar o apoio necessário".
Na Venezuela, Maria Corina Machado, líder da oposição venezuelana, desejou solidariedade e orações ao povo colombiano. Ela ressaltou que os venezuelanos conhecem "em primeira mão como a solidariedade internacional é vital diante de uma tragédia dessa magnitude".
O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, anunciou que seu governo está pronto para fornecer "apoio imediato com todas as equipes de resgate salvadorenhas, profissionais de saúde, paramédicos, suprimentos ou qualquer outro tipo de assistência".
O Ministério de Relações Exteriores da Guatemala divulgou um número de telefone de emergência para cidadãos guatemaltecos na Colômbia e pediu que eles permaneçam atentos às orientações das autoridades locais, consultando apenas fontes oficiais.
Na Europa, Portugal manifestou "sinceras condolências às famílias das vítimas" e desejou rápida recuperação aos feridos. A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, afirmou estar acompanhando "com preocupação as atualizações sobre o terremoto" e expressou "a mais profunda solidariedade da Itália ao povo colombiano e às famílias afetadas".
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, classificou as notícias do terremoto como "terríveis" e prestou condolências às famílias das vítimas. O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, ofereceu "toda assistência que Israel puder fornecer" e disse que seus "pensamentos e orações estão com o povo colombiano nestes momentos difíceis".