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Covid-19: Brasil registra 20,5 mil novos casos e 464 mortes nas últimas 24h

O Brasil registrou 20.503 casos de covid-19 nas últimas 24h, chegando a um total de 19.938.358 registros da doença desde o início da pandemia, segundo boletim deste domingo (1) do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass)

PEDRO RIBEIRO/DA EDITORIA/COM BBC BRASIL 01/08/2021
Covid-19: Brasil registra 20,5 mil novos casos e 464 mortes nas últimas 24h
Foto: Reuters

O Brasil registrou 20.503 casos de covid-19 nas últimas 24h, chegando a um total de 19.938.358 registros da doença desde o início da pandemia, segundo boletim deste domingo (1) do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).

A média de casos nos últimos sete dias foi de 35.671 — uma leve subida em relação aos dias anteriores, mas o patamar segue parecido ao que foi observado no início de janeiro de 2021.

Nas últimas 24h, foram registradas também 464 mortes por covid-19, levando o total de óbitos no país a 556.834.

A média diária de mortes nos últimos sete dias ficou em 987 — a taxa não ficava abaixo da casa dos quatro dígitos desde 21 de janeiro, pouco antes do auge da pandemia, quando o país registrou uma média móvel de 1.007 mortes.

O Brasil foi o segundo país no planeta a contabilizar mais de 500 mil óbitos causados pelo novo coronavírus. Os Estados Unidos foram os primeiros e, hoje, lideram em números da tragédia no mundo, com mais de 613,2 mil mortes e 34,9 milhões de casos da doença, segundo a Universidade Johns Hopkins.

Pandemia

O primeiro registro do coronavírus no Brasil foi em 26 de fevereiro do ano passado. Um empresário de 61 anos de São Paulo (SP) foi infectado após retornar de uma viagem, entre 9 e 21 de fevereiro, à região italiana da Lombardia.

O novo coronavírus, que teve seus primeiros casos confirmados vindos da China no final de 2019, é tratado como pandemia pela OMS desde 11 de março.

Estudos apontam que a grande maioria dos casos do novo coronavírus apresenta sintomas leves e pode ser tratado nos postos de saúde ou em casa.

No entanto, novas variantes têm se mostrado mais contagiosas e, na percepção de médicos, têm afetado com mais gravidade também a população mais jovem, em vez de apenas idosos e pessoas com comorbidades.