Cultura
Wagner Moura é "um dos principais concorrentes ao Oscar", diz NY Times
Ator está na pré-lista da premiação e tem chances de ser indicado a maior premiação do cinema mundial
O brasileiro, Wagner Moura, 49, segue chamando a atenção dos veículos internacionais por conta da atuação no filme "O Agente Secreto". Desta vez, quem aposta nele para a categoria de Melhor Ator no maior prêmio da indústria cinematográfica é o site New York Times.
A reportagem realizada pelo jornal, foi feita antes mesmo da vitória do ator e do filme durante o Globo de Ouro, que aconteceu neste domingo (11). Com as expectativas, as nomeações do Oscar serão divulgadas no dia 22 de janeiro.
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O ator não poupa opiniões políticas durante a campanha do longa, já que é ligado a temas relacionados a ditadura militar e abertamente fala sobre o assunto. Além de ter feito "O Agente Secreto", Wagner também dirigiu e roteirizou o filme "Marighella", que se trata de uma história real sobre um líder revolucionário que escolheu se colocar contra o regime.
As críticas do ator seguem durante a entrevista: "[O Brasil] é lindo, mas também é violento, elitista, misógino e homofóbico. E Bolsonaro é a personificação de tudo isso", segue Moura.
O NY Times também reforça a admiração pelas atitudes de Wagner de não ceder as pressões da indústria, já que mesmo após o sucesso da série "Narcos", que o tornou mundialmente conhecido, o ator não fez questão de aceitar papéis apenas pelo valor da obra, mas que fizesse sentido para ele como pessoa.
"Construir uma carreira de ator consistente em dois continentes não é tarefa fácil, mas Moura, de 49 anos, conseguiu, trazendo sensibilidade e inteligência a obras com temática política, como o filme 'Guerra Civil', a série 'Ladrões de Drogas' da Apple TV e uma adaptação da peça 'Inimigo do Povo", de Ibsen, que ele apresentou recentemente em sua cidade natal, Salvador", encerra o jornal sobre Wagner.
"Wagner Moura se mantém crítico, mesmo quando isso lhe traz problemas" chama a matéria, que é baseada em ume entrevista de Wagner ao veículo. "O astro brasileiro de 'O Agente Secreto' é um dos principais candidatos ao Oscar, embora alguns em seu país tenham se voltado contra ele por criticar o governo de direita", afirma a reportagem.
O ator não poupa opiniões políticas durante a campanha do longa, já que é ligado a temas relacionados a ditadura militar e abertamente fala sobre o assunto. Além de ter feito "O Agente Secreto", Wagner também dirigiu e roteirizou o filme "Marighella", que se trata de uma história real sobre um líder revolucionário que escolheu se colocar contra o regime.
As críticas do ator seguem durante a entrevista: "[O Brasil] é lindo, mas também é violento, elitista, misógino e homofóbico. E Bolsonaro é a personificação de tudo isso", segue Moura.
O NY Times também reforça a admiração pelas atitudes de Wagner de não ceder as pressões da indústria, já que mesmo após o sucesso da série "Narcos", que o tornou mundialmente conhecido, o ator não fez questão de aceitar papéis apenas pelo valor da obra, mas que fizesse sentido para ele como pessoa.
"Construir uma carreira de ator consistente em dois continentes não é tarefa fácil, mas Moura, de 49 anos, conseguiu, trazendo sensibilidade e inteligência a obras com temática política, como o filme 'Guerra Civil', a série 'Ladrões de Drogas' da Apple TV e uma adaptação da peça 'Inimigo do Povo", de Ibsen, que ele apresentou recentemente em sua cidade natal, Salvador", encerra o jornal sobre Wagner.