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Brasil confirma mais 24.818 casos e 566 mortos por Covid-19 em 24 h

O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (21) mais 24.818 novos casos confirmados da Covid-19 e 566 mortos em decorrência da doença no Brasil

PEDRO RIBEIRO/DA EDITORIA/COM CNN BRASIL 21/10/2020
Brasil confirma mais 24.818 casos e 566 mortos por Covid-19 em 24 h
Foto: Bruno Cecim
O Ministério da Saúde anunciou nesta quarta-feira (21) mais 24.818 novos casos confirmados da Covid-19 e 566 mortos em decorrência da doença no Brasil. O total de infecções confirmadas alcança 5.298.772 e o de mortes 155.403. O órgão registra também o número de recuperados da doença no país, que é de 4.756.489. O boletim divulgado todos os dias pelo Ministério da Saúde considera os casos registrados por estados e municípios em um período de 24 horas a partir das 16h do dia anterior, independentemente da data da ocorrência. Coronavac "não será comprada" Em mensagem por meio do perfil que mantém no Facebook, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou que a vacina produzida pela biofarmacêutica chinesa Sinovac Biontech "não vai ser comprada". A declaração reverteu a expectiva de membros da equipe do ministro da Saúde, de governadores e do Instituto Butantã, a respeito da compra de 46 milhões de doses do imunizante. Posteriormente, em página na mesma rede social, o presidente publicou: “Para o meu Governo, qualquer vacina, antes de ser disponibilizada à população, deverá ser COMPROVADA CIENTIFICAMENTE PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE e CERTIFICADA PELA ANVISA” e se referiu à Coronavac como “a vacina chinesa de João Doria”. Ele afirmou ainda que a população brasileira “NÃO SERÁ COBAIA DE NINGUÉM”. “Não se justifica um bilionário aporte financeiro num medicamento que sequer ultrapassou sua fase de testagem. Diante do exposto, minha decisão é a de não adquirir a referida vacina”, concluiu. A probabilidade da compra havia sido apontada após reunião entre o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e 24 governadores. O chefe da pasta defende a visão de que a "vacina do Butantan" seria a vacina brasileira, e evita chamá-la de "vacina chinesa". O ministro também reforçou que nenhuma vacina será adquirida sem certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa. Eduardo Pazuello confirmou, nesta quarta, que está com Covid-19.