Mundo
Milhares vão às ruas nos EUA contra Donald Trump
Protestos foram os maiores contra o presidente republicano desde seu retorno ao poder, no final de janeiro

Milhares de manifestantes saíram neste sábado (5) às ruas de Washington e outras cidades dos Estados Unidos contra as políticas de Donald Trump, nos maiores protestos contra o presidente republicano desde seu retorno, no final de janeiro, ao poder..
Uma grande faixa que dizia "Tire suas mãos!" se estendia a poucos quarteirões da Casa Branca. Os manifestantes carregavam cartazes onde se lia "Não é meu presidente!", "O fascismo chegou", "Parem o mal" e "Tirem suas mãos da nossa Seguridade Social".
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Protesto contra o governo Trump em Minnesota, nos EUA — Foto: Tim Evans/AFP
Jane Ellen Saums, de 66 anos, disse que estava aterrorizada com a campanha de redução da administração federal que Trump está conduzindo junto com o bilionário Elon Musk.
"É extremamente preocupante ver o que está acontecendo com nosso governo, (...) tudo está sendo totalmente atropelado, desde o meio ambiente até os direitos pessoais", queixou-se esta trabalhadora imobiliária.
Em um momento de crescente ressentimento mundial contra o republicano, foram realizadas manifestações contra ele em capitais como Paris, Roma e Londres.
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Protesto contra o governo Trump em frente ao capitólio de Minnesota — Foto: Tim Evans/AFP
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Manifestação contra Trump em Huntington Beach, na Califórnia — Foto: Frederic J. Brown/AFP
Mais de 5.000 pessoas se reuniram no National Mall de Washington, perto da Casa Branca, ao meio-dia local. Entre os participantes havia figuras de destaque do Partido Democrata, como o legislador Jamie Raskin.
"Despertaram um gigante adormecido, e ainda não viram nada", declarou o ativista Graylan Hagler, de 71 anos, em meio à multidão reunida. "Não vamos nos sentar, não vamos nos calar e não vamos embora."
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Manifestação contra Trump em Washington — Foto: Carlos Barria/Reuters
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Ato no National Mall, em Washington, contra Trump — Foto: ROBERTO SCHMIDT/AFP
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Ato contra Trump em Nova York — Foto: Caitlin Ochs/Reuters
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Cartaz compara Trump a Hitler em ato em Washington — Foto: Ken Cedeno/Reuters