Jaime Veríssimo de Campos já teve a sua melhor chance. Derrotou os opositores nas eleições municipais de 2016, com ímpeto e sem paralelo.
Nos quase quatro anos a esposa Lucimar Campos, à frente da administração municipal da Prefeitura de Várzea Grande, Jaime não conseguiu abater o ânimo e nem inibir os ataques deferidas pelos seus opositores.
Agora o senador mato-grossense caiu na defensiva. Ele não pretende só receber pedradas contra sua gestão.
Para ele, o revés deve existir. Jaime já reconhece que a disputa será árdua, e compreende isso como um direito legítimo de cada um dos seus prováveis adversários. Mas, promete que também irá atacar.
Durante convenção dos Democratas, que sacramentou José Hazama, como vice na chapa composta pelo emedebista, Kalil Baracat, o senador partiu para o confronto. Jaime parou, pensou, e como franco atirador e com a língua afiada, disparou dezenas de críticas e acusações contra o provável candidato a prefeito pelo PSB, o empresário Flávio Vargas.
Ele acusou Vargas de cometer crimes ao sonegar impostos. “O seu dinheiro vem da sonegação de impostos”, disparou Jaime.
O senador pediu para os eleitores não cair no conto do vigário, “Não vamos cair no conto do vigário. Esse dinheiro que querem nos comprar que, estão dizendo que vão esparramar, é dinheiro que não vem de coisa ilícita, de sonegação fiscal que rouba a esperança das crianças de Várzea Grande”, acusou Jaime.
Agora com o início da ‘guerra’ entre os candidatos e o tiroteio à vista, o certo é que todos querem atirar no seu telhado de vidro. Resta saber quem? Se quebrar, trará dividendos.