Mal terminou as eleições gerais municipais e a eleições de 2022 em Mato Grosso já começa a ter os primeiros rabiscos do desenho político e de suas articulações.
Lideranças políticas do estado já avaliam as possíveis pré-candidaturas ao Governo de Mato Grosso e para a Senatoria, que terá uma vaga.
Um dos próceres desse novo capítulo político no estado é o senador Wellington Fagundes do PL, que não descarta ir para a reeleição ao Senado e ao mesmo tempo já revelou para seus assessores que sonha em disputar a candidatura ao Governo do estado, tendo a prefeita de Várzea Grande Lucimar Campos, do DEM, de vice e o prefeito reeleito de Cuiabá Emanuel Pinheiro, MDB, disputando a Senatoria.
Para Wellington, que já disputou o comando do Palácio Paiaguás em 2018, esse grupo deve ser protagonista sobre o cenário eleitoral de 2022.
Se insistir nessa articulação política para 2022, o grupo de Wellington deve enfrentar os primeiros desafios para chegar ao poder.
Um deles é o governador Mauro Mendes, do DEM, que já sinalizou que vai a reeleição e faz périplo em busca de apoiadores.
Mas, antes, Mendes deve ter um desafio maior que precisa resolver no ‘seio’ do seu partido, o DEM.
Se continuar na agremiação deve enfrentar uma rusga já anunciada.
Se mudar de partido, deve atrair para si milhares de inimigos políticos dentro do próprio DEM.
Ao mesmo tempo, as articulações vão exigir dele e de cada grupo partidário, a apresentação de nomes fortes e uma relação mais sólida para conseguir atingir boa votação e conquistar o poder no Palácio Paiaguás e ao Senado Federal.