Brasil
Conheça a simbologia e referências da máscara usada por menor que matou professora em SP
Adereço de criminoso de 13 anos de idade é igual ao usado no caso de Suzano, em 2019, e de Aracruz, em 2022, e inspirado nas vestimentas da Divisão Atomwaffen, grupo supremacista norte-americano
27/03/2023

Aracruz e Suzano
Em novembro do ano passado, um atirador invadiu duas escolas na cidade de Aracruz, no Espírito Santo, matando quatro pessoas e ferindo outras dez. Ele utilizava um uniforme militar e uma máscara de caveira. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do estado, o atirador conseguiu entrar na primeira escola após quebrar o cadeado do portão. Ele abriu fogo na sala dos professores, deixando três professoras mortas e oito feridos. O atirador prosseguiu para a segunda escola de carro, onde matou uma criança de 12 anos, e deixou duas pessoas feridas. O governador Renato Casagrande disse, à época, que o autor dos ataques confessou ter cometido o crime em conversa com os pais e com a polícia. Ele não falou sobre sua motivação, mas disse ter planejado o ataque por cerca de dois anos. Além disso, em 13 de março de 2019, dois ex-alunos da Escola Estadual Professor Raul Brasil, de Suzano, no interior de São Paulo, invadiram a escola naquela manhã de quarta-feira e abriram fogo durante o horário de intervalo. Entre as vestimentas dos atiradores estavam máscaras cobrindo o rosto com estampa de caveira. O massacre deixou dez mortos, incluindo os dois atiradores, e outros 11 feridos.Mais lidas
1