Polícia
Advogado é detido e levado à polícia após ser flagrado com “pó branco” e comprimidos na PCE
Scanner corporal levantou suspeitas durante entrada na Penitenciária Central do Estado, em Cuiabá; três camisetas também foram encontradas escondidas sob o terno
O que parecia ser uma entrada rotineira na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, terminou em uma ocorrência policial. O advogado Marco Antônio Soares Machado da Costa foi detido e levado à Polícia Civil nesta quinta-feira (20), após ser flagrado durante a inspeção com comprimidos e uma substância em pó de cor branca.
A abordagem ocorreu durante o procedimento de segurança para entrada na unidade prisional. O advogado passou pelo BodyScan, equipamento utilizado para identificar objetos e volumes suspeitos no corpo.
As imagens do scanner chamaram a atenção dos policiais penais. Durante a revista, foram encontrados os comprimidos e o material em pó, que acabaram apreendidos e encaminhados para análise.
A composição da substância ainda não havia sido confirmada. O material deverá passar por perícia para determinar exatamente do que se trata.
Três camisetas escondidas sob o terno
A ocorrência ficou ainda mais suspeita quando os policiais penais perceberam que o advogado utilizava três camisetas por baixo do terno.
Segundo a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus-MT), as peças seriam destinadas a pessoas privadas de liberdade custodiadas na unidade.
Diante da situação, os agentes adotaram os procedimentos de segurança previstos e conduziram o advogado à Polícia Civil, que deverá apurar o caso.
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“Pó Branco” é encaminhado para perícia
Apesar da aparência do material, não há confirmação de que o pó encontrado seja entorpecente. A identificação dependerá da análise pericial.
Os comprimidos também deverão ser examinados pelas autoridades.
A investigação deverá esclarecer a origem dos materiais, a finalidade das camisetas e o motivo de o advogado estar transportando os objetos ao tentar entrar na penitenciária.
A OAB-MT foi procurada para se manifestar sobre o caso, mas, até a última atualização, não havia apresentado resposta.
Agora, a Polícia Civil deverá analisar as circunstâncias da ocorrência e definir as providências cabíveis.