O que é o sentimento de traição? Seria a honra e a lealdade entre duas pessoas com o mesmo objetivo comum? Sim, sobre a base da confiança e que faz com que as pessoas enfrentam as piores crises da história, a traição não pode existir e mesmo na política, um mínimo de confiança deve prevalecer.
Na verdade deveria. Pelo menos em Várzea Grande.
As análises mais profundas dos últimos acontecimentos políticos no município e mais – precisamente no PSB - procuram estabelecer algumas características, em busca de um conceito abrangente sobre essa dicotomia da atual realidade da agremiação na cidade industrial.
Os sociólogos constroem modelos que pretendiam dar conta da explicação a essa ‘bancarrota’ de lideranças. Partia do pressuposto, a traição política é a “transição”, ou seja, na passagem do assim chamado novos líderes com interesses meramente eleitoreiros em desfavor dos verdadeiramente apaixonados pelo estatuto do partido.
É o caso dos dirigentes partidário do histórico Partido Socialista Brasileiro (PSB) Joilson ‘Peru’ – considerado um dois baluartes da agremiação por várias décadas em Várzea Grande e a primeira secretária da Câmara de Várzea Grande, Gisa Barros, que foram ‘alijados’ da direção da sigla por motivos nadas ‘republicanos’ na engenharia política da agremiação.
Um dos principais abjetos foi à entrada de Flávio Vargas, que já se auto intitulou pré-candidato a prefeito e de seu fiel escudeiro e considerado seu ‘braço direito’, o advogado Bruno Rios.
O PSB no município com a saída dos apaixonados pela causa partidária deve enfrentar uma verdadeira crise de ‘identidade’ nos próximos dias.