Desde os primeiros dias deste mês de Setembro, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, do MDB, anda insone.
Os motivos: As recentes Operações Overlap feitas pelo Gaeco que investiga roubalheira na Secretaria Municipal de Educação e a reabertura, determinada pela justiça de uma nova votação da CPI do Paletó na Câmara dos Vereadores de Cuiabá e que investiga a dinheirama colocada nos bolsos do paletó pelo prefeito, na época que ele era Deputado Estadual.
A dinheirama seria ‘fruto’ de propina dado pelo ex-governador Silval Barbosa para garantir governabilidade na assembleia legislativa, quando ele foi governador entre 2010 a 2014.
O pedido de uma nova votação da CPI do Paletó foi determinado nesta quinta feira, 03, pelo juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 4ª Vara Especializa da fazenda Pública de Cuiabá.
Segundo o juiz em sua decisão liminar, feita a pedido pelo vereador Marcelo Bussiki, do DEM, o presidente da Câmara Misael Galvão não seguiu o rito do regimento Interno do legislativo ao tramitar e colocara em votação o resultado da CPI. “Ele(Misael) violou os ditames regimentais e legais, rompendo com os preceitos constitucionais e legais aplicáveis ao caso, precipuamente os princípios da moralidade, da impessoalidade e da legalidade, todos decorrentes da cláusula do devido processo legal”, afirmou o magistrado que determinou que o relatório final seja colocada novamente em votação pela Câmara dos Vereadores de Cuiabá.