O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro, do MDB, já teve a sua melhor chance. Foi eleito em 2016, com ímpeto de virada e sem paralelo.
E com a convicção que iria fazer o melhor.
Mas, não fez.
Nos quase quatro anos à frente da Prefeitura de Cuiabá, Pinheiro não conseguiu ‘estancar’ o ânimo por desvios de dinheiro publico protagonizados por alguns secretários e/ou assessores mais diretos e nem inibir as imagens em que ele aparece colocando centenas de milhares de reais nos bolsos do paletó.
Agora o prefeito caiu de vez na esparrela.
Um de seus principais imbróglio é conseguir convencer os apelos que fez aos partidos políticos que disputaram o primeiro turno das eleições em Cuiabá, para apoiá-lo no segundo turno em que ele disputa com o candidato Abílio Brunini, do Podemos.
O candidato do Patriotas, Roberto França e o governador Mauro Mendes do DEM, já declararam apoio a Brunini. Gisela Simona, do Pros, deve caminhar com Abílio e os outros candidatos a prefeito dificilmente irão compor com Emanuel.
Com as cartas colocadas à mesa, e sem a possibilidade de mudanças é complicado se falar em entendimentos e superar os desgastes para vencer o pleito do próximo dia 29 de novembro.
Emanuel não conseguirá sedimentar um apoio irrestrito e duradouro de seus adversários do primeiro turno e não deve avançar um milímetro nessa costura política.
O apoio das lideranças políticas estão congeladas e ele(Emanuel) sem perspectiva de sair vitorioso das urnas.