R$ 6,2 milhões. Esse é o valor total que o Tribunal de Contas de Mato Grosso(TCE) quer que o consorcio de empresas devolvam ao erário.
O consórcio instalou estruturas provisórias na Arena Pantanal durante a Copa do Mundo de 2014 e, segundo o TCE/MT, houve superfaturamento. Conselheiros do TCE determinaram ainda que a Secretaria Estadual de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso (Sinfra-MT) exija a devolução em prazo máximo de 60 dias.
Segundo o TCE, o contrato na época, seguiu modelo de Regime Diferenciado de Contratação (RDC) e foi assinado pela extinta Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo de 2014 (Secopa) no valor de R$ 36.280.110,41 milhões.
As empresas se comprometeram a entregar 52 puffs (com diferentes especificações), 915 lixeiras (com diferentes especificações), 17 sofás com três lugares, 358 bancos para refeitório, 27 coolers, contêiners, tendas de lona e grades durante a realização dos jogos da Copa do Mundo em Cuiabá.