Várzea Grande viveu momentos delicado na última eleição geral, do ano passado, mas agora parece estar trilhando um caminho do acerto em pelo menos três áreas diferentes: a solução da água, a vacinação em massa contra a Covid 19, e a infraestrutura nos bairros, principalmente os mais carentes.
Houve momentos importantes no passado que marcaram a história de Várzea Grande, como a onda de violência da guerra do Paraguai e a substituição da balsa pela ponte Júlio Muller e que a ligou a Cuiabá. E que a fez ser elevada a categoria de município, deixando de ser um distrito da capital.
Mas, recentemente, o município tem presenciado a onda de violência que assola os seus bairros e que tem levado centenas de jovens a se ‘batizarem’ em associações criminosas voltadas a venda de drogas e a violência, sem precedentes.
O desfecho da crise atual é desconhecido e por isso é difícil fazer comparações sobre sua relevância histórica.
Mas, o fim abjeto de líderes de grupos e/ou famílias violentas durante toda a sua história, em 154 anos, foi um divisor de água para que o município pudesse ser um dos mais prósperos e céleres do desenvolvimento mato-grossense.
No domingo, 06, os várzea-grandenses ficaram sabendo – através da rede social – de um vídeo de 02:25 min, protagonizado por Moacir Gonçalo Curvo, o Moa, irmão do ex-vereador, Francisco Curvo, o Chico Curvo(PTB), de ameaças veladas contra o secretário de governo da Prefeitura de Várzea Grande, Benedito Figueiredo, o Dito Loro.
A ação do irmão do ex-vereador aumenta a intensidade da violência e faz com Várzea Grande tema a volta ao passado.
Embora as condições atuais sejam significativamente diferentes do que eram no passado. Mas, então por que o Moa, irmão de Chico Curvo fez ameaças gratuitas e diretas contra Dito Loro, ameaçando o primado da lei e a sua liberdade?
No vídeo postado na rede social, o irmão do ex-vereador afirma que: “...pisará no pescoço(do secretário de Governo).. e que ele é um homem bomba”.
A ameaça contra o secretário não é apenas uma postagem una rede social, mas, se criou uma instabilidade política e até emocional em seu desfavor.
E qualquer ato contra a sua vida, o irmão do ex-vereador será diretamente responsável.
Os impropérios de Moa, irmão do ex-vereador é pela aceitação tácita por parte de Dito Loro, em receber o irmão, Chico Curvo em seu gabinete.
E certo que é um direito subjetivo do secretário em receber quem ele quiser. Moa, esquece, no entanto, que o seu irmão Chico Curvo foi um dos próceres da campanha desastrosa do filho do prefeito de Cuiabá, Emanuelzinho, aventurando-se como candidato a prefeito Várzea Grande, mesmo residindo em Cuiabá.
Ele também esquece que quem ajuda se eleger, ajuda a administrar e que não é o caso do seu irmão.
Quanto as suas ameaças, elas são um desrespeito à independência do secretário Dito Loro e dos integrantes do ‘staff’ da Prefeitura.
https://youtu.be/7Bv3-Vm36F8