Polícia
Exército brasileiro proíbe todos os envolvidos na morte de Isabele Guimarães de 14, de praticarem tiros esportivos
O Exército brasileiro proibiu os envolvidos na morte da adolescente Isabele Ramos Guimarães de 14, de praticarem tiros esportivos
06/09/2020
O tiro foi disparado em seu rosto pela sua amiga, uma adolescente também de 14.
O Exército abriu procedimento para investigar o crime e, segundo informações do setor de Comunicação, todos os envolvidos na morte da adolescente, estão impedidos de praticar tiro esportivo — ao fim das apurações, “há chances de que todos os registros sejam cancelados de modo definitivo”, diz o Exército.
A determinação do Exército atinge a adolescente de 14, que fez o disparo, seu namorado de 16 e seus pais. Também, estão impedidos os pais da adolescente que atirou Marcelo Cestari de 46, e sua esposa.
A defesa da família de Marcos não se pronunciou .
Em nota divulgada na semana passada, o advogado do adolescente e do pai dele informou que estão à disposição das autoridades para esclarecer os fatos.
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) da Polícia Civil indiciou a adolescente que atirou, seu namorado de 16, seus pais e ainda Marcelo Cestari de 46, e sua esposa, pais da adolescente que cometeu o homicídio.
O inquérito agora será encaminhado para Ministério Público para oferecimento de denuncias contra os quatros. A adolescente de 14, amiga de Isabela, segundo a Polícia e que teria feito o disparado a ‘queima roupa’ contra Isabela.
O tiro acertou o nariz de Isabele e ela teve morte instantânea. A adolescente vai responder por ato infracional de homicídio doloso(quando há intenção de matar).
O namorado da adolescente e o pai vão responder por ato infracional análogo ao porte ilegal de arma de fogo.
O pai da adolescente que disparou contra Isabele responderá por omissão de cautela na guarda de arma de fogo, porque teria obrigação de guardar as armas em local seguro e homicídio culposo (quando não há intenção de matar).
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